Li algures que "Tudo é autobiográfico". Os factos aqui descritos são verdade. Quase verdade. Contêm alguma verdade. Bem, afinal para que é que interessa a verdade? Verdade, só existe a de cada um! As pessoas de que aqui se fala existem, de facto. Quer dizer, mais ou menos. Pensando bem, existem para mim. Cada um que decida por si. ---- João Paulo Videira ----
Está quase...
Muito em breve, aí estará o próximo capítulo...
Sempre!
Mais do que a palavra, o conceito, ou a Liberdade em si, o que de mais fantástico existe na Liberdade é o que podemos fazer com ela. Num espírito de responsabilidade e respeito pelo próximo, a Liberdade permite aos povos olharem-se nos olhos e desenvolverem-se. E depois, funciona como o esteio essencial para a Democracia. Este termo vem do grego e significa o poder do povo (demos= povo + kratos=poder). O regime democrático em Portugal, como em todas as nações que por ele enveredaram, não é perfeito, mas essa imperfeição é que é bela. É bela porque nos permite melhorar, é bela porque nos permite evoluir, é bela porque nos permite participar, é bela porque nos permite criticar, construir e viver de acordo com os nossos princípios. É bela porque consiste na expressão mais pura e digna da essência humana: o seu direito a optar, a decidir por si, a olhar as estrelas, a lua, o sol, a escrever, a cantar, a estudar e a AMAR!Uma fraterna saudação e um solidário abraço a todos os portugueses, aos meus familiares e amigos, à minha irmã, génese deste projecto, e, em particular, aos frequentadores e leitores deste cantinho que são o seu ânimo e o seu alimento.
o culto e o oculto



10º Congresso da FENPROF

Em conferência de imprensa realizada em Évora na passada quarta-feira, a FENPROF apresentou à comunicação social o seu 10º Congresso, marcado para os dias 23 e 24 de Abril em Montemor-o-Novo.
A actividade preparatória e as questões técnicas de implantação do Congresso, o apoio aos participantes (esperam-se cerca de mil pessoas em Montemor) e a significativa presença das delegações estrangeiras, foram algumas das matérias em, destaque no diálogo com os jornalistas, em que participaram também o responsável da Informação do SPZS, Manuel Nobre, e o jornalista José Paulo Oliveira, do JF e da página electrónica da Federação.
No âmbito do Congresso e da actividade da FENPROF, foi destacada a solidariedade com Timor, a Palestina e o Sahra Ocidental. Foi também chamada a atenção para a conferência internacional ("O sindicalismo docente em tempos de globalização"), que decorrerá na véspera do Congresso, dia 22, na Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo.
O 25 de Abril contado às crianças...
O 25 de Abril contado às crianças... Tipo: Educação - Oficina
Data: Sábado, 17 de Abril de 2010
Hora: 16:00 - 17:00
Local: Fórum Actor Mário Viegas - Centro Cultural Regional de Santarém
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Descrição: Foi a pensar nos mais pequenos que o Cineclube de Santarém, em conjunto com a Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril e o Teatrinho de Santarém, organizou esta sessão multifacetada para crianças.
Para falarmos sobre esta data importante da nossa história, vamos levar a cabo 3 actividades distintas:
- Projecção de uma curta-metragem sobre o 25 de Abril, feita por crianças para crianças;
- Dramatização de um conto, levada a cabo pelo Teatrinho de Santarém;
- Actividades de expressão plástica.
De Negro Vestida - XX

De Negro Vestida - XIX
Rupturas – IV"Lisboa"
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Estou mais longe no Tejo...em Lisboa!
Lisboa, de alguma minha segurança, creio...
Lisboa dos cheiros e apelos, dos cartazes culturais, dos guetos embocados nos segredos
Lisboa, que treme ao metropolitano, toupeira onde meio mundo se enfia surdo na pressa do dia.
Lisboa, povoada de cabelos grisalhos, de bengalas mancas, de esperanças e desesperos...onde a infância se pinta cada vez mais de negro e de mulato, em pronúncias quentes de outros sonhos.
Lisboa de uma mendicidade medieval contemporânea no quotidiano, dos pedintes que se mostram em contorcionismo de corpo e aleijo, que nos sovam o estômago, o nosso descanso...
Lisboa da postura livre, olhar vazio do arrumador de carros, cobrador de uma medrosa passividade.
Lisboa dos cogumelos de papelão proliferando no vão dos prédios, numa crescente morada dos sem-abrigo...
Lisboa com a voz da Amália a sair do umbigo da Rua do Carmo...afunilando diversidades...
Lisboa e os semáforos, a multidão...as ruas para andar...
Lisboa e as livrarias ... idênticas à magnitude da igreja vazia.
Lisboa e o artesanato de outros...
Lisboa...
do cheiro do café
das gaivotas junto ao Tejo...
Lisboa...
hoje
percorrida com a saudade de Ti!
Anónimo

